Agir oficializa Jefferson Bezerra como candidato ao governo de MS

Em convenção realizada em Campo Grande, partido Agir define chapa majoritária com Jefferson Bezerra para o governo e Daniel Júnior para o Senado Federal.

Por Jornalista Diego Sousa - MTB 0005226/CE· 21 de julho de 2026 às 11:273 min de leitura

Agir oficializa Jefferson Bezerra como candidato ao governo de MS
Resumo em 10 segundos

A legenda confirmou a chapa pura para a disputa estadual durante evento oficial na capital sul-mato-grossense.

O partido Agir oficializou, em convenção partidária realizada em Campo Grande, a candidatura de Jefferson Bezerra ao cargo de governador do Mato Grosso do Sul. O evento, que reuniu lideranças e militantes da sigla, definiu os nomes que representarão a legenda nas eleições majoritárias deste ano. A chapa terá como candidato a vice-governador o correligionário Valdenir Duarte, consolidando uma composição interna para o pleito de outubro.

Definições da chapa majoritária

Durante o encontro político, a cúpula do Agir detalhou a estratégia para a sucessão estadual, apostando em nomes que buscam renovação no cenário político local. Jefferson Bezerra, agora candidato oficial, apresentou as diretrizes iniciais de sua plataforma, focada em pautas sociais e desenvolvimento econômico regional. A escolha de Valdenir Duarte para a vice-governadoria foi fundamentada na necessidade de equilíbrio regional e representatividade dentro da estrutura partidária.

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Além da disputa pelo Poder Executivo, o partido confirmou que terá candidatura própria para a vaga em disputa no Senado Federal. O escolhido foi Daniel Júnior, que terá a missão de defender as bandeiras da sigla no legislativo nacional. A decisão de lançar nomes próprios para os principais cargos reflete a intenção do Agir de fortalecer sua identidade visual e programática perante o eleitorado de Mato Grosso do Sul.

Estratégia política e palanque

O projeto eleitoral apresentado na convenção em Campo Grande prioriza a independência política. De acordo com a executiva estadual do partido, a meta é alcançar uma votação expressiva que garanta não apenas a visibilidade da chapa majoritária, mas também ajude na eleição de representantes para a Assembleia Legislativa e para a Câmara dos Deputados. O foco da campanha será o contato direto com as bases em municípios estratégicos como Dourados, Três Lagoas e Corumbá.

Os discursos proferidos durante a homologação das candidaturas enfatizaram a importância de oferecer uma alternativa aos blocos tradicionais que dominam a política no estado. Jefferson Bezerra destacou que sua gestão, caso eleito, será pautada pela transparência e pela eficiência na aplicação dos recursos públicos, visando reduzir as desigualdades em Mato Grosso do Sul.

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Contexto

O cenário político para as eleições de 2024 no estado mostra uma fragmentação que abre espaço para siglas de médio porte buscarem protagonismo. O Agir, anteriormente conhecido como PTC, vem passando por um processo de reestruturação nacional e estadual, tentando se posicionar como uma via de centro-direita conservadora. A última eleição para o governo estadual, em 2022, já havia demonstrado uma mudança no comportamento do eleitor sul-mato-grossense, que se mostrou aberto a novos nomes fora do eixo tradicional de poder.

Atualmente, o Mato Grosso do Sul possui um eleitorado de aproximadamente 2 milhões de cidadãos aptos a votar. A definição das chapas majoritárias é um passo crucial para o início do período de propaganda eleitoral, onde os candidatos poderão apresentar suas propostas de forma mais detalhada em rádio, televisão e plataformas digitais.

Próximos passos

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Com as candidaturas de Jefferson Bezerra, Valdenir Duarte e Daniel Júnior devidamente registradas em ata, o partido agora encaminha a documentação necessária ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS). O prazo para o registro oficial de todas as candidaturas segue o calendário estabelecido pela Justiça Eleitoral. Após a validação dos nomes, os candidatos darão início às agendas de rua e produção de material de campanha para o primeiro turno.

Por Diego Sousa | Jornalista – MTB 0005226/CE

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