Empresário foragido por stalkear delegado tem nova prisão decretada por estupro
Maike Koseki de Capua, já procurado por perseguir autoridade policial, agora enfrenta nova ordem de prisão por crime sexual. Saiba os detalhes do caso.
Por Jornalista Diego Sousa - MTB 0005226/CE· 21 de julho de 2026 às 21:413 min de leitura

Investigado por perseguir autoridade policial no interior de São Paulo agora é alvo de mandado judicial por violência sexual.
O empresário Maike Koseki de Capua, que já se encontrava na condição de foragido da Justiça por crimes de perseguição, teve uma nova ordem de prisão preventiva expedida contra si. Desta vez, a medida judicial decorre de uma acusação grave de estupro, complicando ainda mais a situação jurídica do suspeito que já era monitorado pelas forças de segurança do Estado de São Paulo. O novo mandado foi formalizado após o avanço de investigações que apontaram indícios de autoria e materialidade no crime de natureza sexual.
A perseguição contra o delegado
O histórico recente de Maike de Capua com o sistema judiciário ganhou contornos dramáticos quando ele passou a ser investigado por stalking (perseguição) contra um delegado da Polícia Civil. Segundo os autos do processo, o empresário teria iniciado uma série de intimidações e monitoramentos indevidos contra o agente público, o que motivou a primeira ordem de captura. Mesmo ciente das buscas, o suspeito não se apresentou às autoridades, passando a ser considerado foragido há várias semanas.
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Novas acusações de crime sexual
Enquanto as equipes de inteligência tentavam localizar o paradeiro do empresário pelo crime de perseguição, uma nova denúncia de estupro chegou ao conhecimento do Ministério Público e da Polícia. Após a coleta de depoimentos e análise de provas preliminares, o magistrado responsável pelo caso decidiu que a liberdade do acusado representava um risco à ordem pública e à instrução criminal. A nova decisão judicial de prisão preventiva foi inserida no sistema nacional de procurados nesta quinta-feira.
Mobilização das forças de segurança
A Polícia Civil intensificou as diligências em diversos endereços ligados ao empresário para cumprir os dois mandados de prisão em aberto. Agentes realizaram buscas em propriedades e locais frequentados por Maike Koseki de Capua, mas ele segue sem paradeiro conhecido. As autoridades alertam que qualquer pessoa que colabore com a ocultação de um foragido pode responder criminalmente por favorecimento pessoal, conforme previsto no Código Penal Brasileiro.
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Contexto
O crime de perseguição, ou stalking, tornou-se tipificado no Brasil em 2021, prevendo penas de reclusão para quem ameaça a integridade física ou psicológica de outrem. No caso de autoridades policiais, o rigor das investigações costuma ser ampliado devido ao potencial de afronta às instituições. Já a acusação de estupro, considerada crime hediondo, impõe uma das sanções mais severas da legislação nacional, com penas que podem ultrapassar 10 anos de reclusão.
Próximos passos
A defesa do empresário ainda não se manifestou publicamente sobre a nova ordem de prisão por estupro. A expectativa é que, com a divulgação do novo mandado, denúncias anônimas possam ajudar a Polícia Militar e a Polícia Civil a localizar o suspeito. Caso seja capturado, Maike Koseki de Capua deverá ser encaminhado ao sistema prisional, onde aguardará o julgamento de ambos os processos em regime fechado.
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Por Diego Sousa | Jornalista – MTB 0005226/CE
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