Família de colombianas mortas em queda de helicóptero chega ao Rio

Parentes de Sofia Murillo e outras vítimas colombianas desembarcam no Rio de Janeiro para liberação de corpos no IML após trágico acidente aéreo no litoral.

Por Jornalista Diego Sousa - MTB 0005226/CE· 09 de agosto de 2026 às 09:303 min de leitura

Resumo em 10 segundos

Tragédia aérea mobiliza consulado e familiares que buscam liberação de corpos para repatriação na capital fluminense.

Os familiares das vítimas colombianas que perderam a vida em uma queda de helicóptero desembarcaram no Rio de Janeiro na manhã desta terça-feira. O grupo, que inclui o pai da jovem Sofia Murillo, de 17 anos, partiu de Bogotá em um voo comercial com previsão de chegada ao Aeroporto Internacional do Galeão por volta das 10h. O objetivo da comitiva é realizar os trâmites burocráticos e o reconhecimento formal no Instituto Médico Legal (IML).

O processo de identificação

Após o desembarque, a prioridade dos parentes é o deslocamento imediato para a unidade da Polícia Civil no centro da cidade. A liberação dos corpos de estrangeiros exige protocolos específicos, envolvendo a conferência de documentos consulares e, em alguns casos, o cruzamento de dados genéticos ou odontológicos. O Itamaraty e o Consulado da Colômbia acompanham o caso para agilizar a emissão das certidões de óbito necessárias para o transporte internacional.

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Mobilização das autoridades

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro informou que equipes multidisciplinares estão de prontidão para prestar o atendimento humanizado aos familiares. O acidente, que chocou a comunidade internacional, está sob investigação do CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos). Peritos buscam entender se falhas mecânicas ou condições climáticas adversas contribuíram para a queda da aeronave, que transportava o grupo de turistas colombianos.

Impacto emocional e apoio logístico

O pai de Sofia Murillo tem recebido suporte de representantes diplomáticos desde que a notícia do acidente foi confirmada. A adolescente era uma das passageiras da aeronave que caiu em circunstâncias que ainda estão sendo esclarecidas pelas autoridades brasileiras. A chegada da família marca o início de um período doloroso de despedida, enquanto a Colômbia aguarda o retorno dos restos mortais para a realização dos atos fúnebres em solo pátrio.

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Contexto

Acidentes envolvendo helicópteros de turismo no Rio de Janeiro costumam gerar debates sobre a fiscalização das empresas de táxi aéreo. Nos últimos cinco anos, o setor passou por revisões de segurança rigorosas impostas pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). A última grande ocorrência similar na região havia sido registrada em 2021, o que reforça a urgência de investigações técnicas precisas para evitar novos episódios fatais envolvendo visitantes estrangeiros.

Próximos passos

A expectativa é que os exames periciais sejam concluídos em até 48 horas, permitindo que o translado dos corpos ocorra ainda nesta semana. A investigação sobre as causas da queda do helicóptero deve ter um relatório preliminar divulgado em 30 dias, apontando os fatores contribuintes para o desastre que vitimou a jovem de 17 anos e seus acompanhantes.

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Por Diego Sousa | Jornalista – MTB 0005226/CE

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