'Só por cima do meu cadáver': como Zélia Gattai garantiu que a obra de Jorge Amado ficasse na Bahia
O acervo de Jorge Amado quase deixou a Bahia para os Estados Unidos. Quatro décadas depois, a fundação criada para impedir essa transferência guarda 350 mil documentos e mantém vivo o legado do escritor no Pelourinho.
Por Jornalista Diego Sousa - MTB 0005226/CE· 07 de julho de 2026 às 06:001 min de leitura

O acervo de Jorge Amado quase deixou a Bahia para os Estados Unidos. Quatro décadas depois, a fundação criada para impedir essa transferência guarda 350 mil documentos e mantém vivo o legado do escritor no Pelourinho.
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